Definição de Sociedade do Conhecimento
Sociedade da informação é um termo que também pode ser chamado de
Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia, e que surgiu no fim do Século XX, vinda da
expressão Globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de
formação e expansão. É uma sociedade que recorre predominantemente às novas
Tecnologias de Informação e Comunicação para a troca de informação em formato
digital.
É a consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento.
As Culturas e identidades coletivas são uma consequência desta nova era. Houve uma padronização de culturas e costumes.
Poderá ser um novo modo de evitar a exclusão social e uma forma dar oportunidades aos menos favorecidos, desde que se criem condições para que todos tenham acesso às TIC.
É a consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento.
As Culturas e identidades coletivas são uma consequência desta nova era. Houve uma padronização de culturas e costumes.
Poderá ser um novo modo de evitar a exclusão social e uma forma dar oportunidades aos menos favorecidos, desde que se criem condições para que todos tenham acesso às TIC.
A
propósito da Sociedade de Informação, numa Conferência de Ministros, em 1995,
foi dito que:
As TIC estão a mudar a forma como vivemos; como trabalhamos e fazemos negócios; como educamos as nossas crianças, estudamos e investigamos, nos treinamos a nós mesmos e como nos divertimos.
A sociedade de informação não afecta apenas o modo como as pessoas interagem, mas requer também das organizações tradicionais que sejam mais flexíveis, mais participativas e descentralizadas.
As TIC estão a mudar a forma como vivemos; como trabalhamos e fazemos negócios; como educamos as nossas crianças, estudamos e investigamos, nos treinamos a nós mesmos e como nos divertimos.
A sociedade de informação não afecta apenas o modo como as pessoas interagem, mas requer também das organizações tradicionais que sejam mais flexíveis, mais participativas e descentralizadas.
Publicada
por Margarida Gomes à(s) 24.3.08
A
sociedade da informação
A Para definir a sociedade da
informação precisamos abstrair as configurações
particulares (por exemplo, o
papel do capital de risco nos EUA ou
a desmonopolização da utilização
do espectro radioeléctrico na Europa) e
concentrarmo-nos nos elementos
estruturais da economia digital.
O que nos parece mais difícil na
designação de sociedade da informação
é, por um lado, distinguir entre
sociedade da informação e economia
digital1 e, por outro lado,
escolher o elemento decisivo que permite
identificar uma sociedade da informação.
Artur Castro Neves
arturcastroneves@sapo.pt
Autor do livro Políticas Públicas
e Reformas na
Sociedade da Informação (2006) e
responsável da
cadeira de Economia do
Audiovisual no Curso de
Cinema da Universidade Moderna
Conceito de Sociedade em Rede
A
sociedade em que vivemos atualmente surge após a Sociedade Industrial e a
passagem de um modelo económico capitalista para um modelo económico
neoliberal. É caracterizada por contínuos avanços científicos (nas áreas da
bioengenharia, novos materiais e microelectrónica) e por uma tendência para a
globalização económica e cultural (mercados financeiros laborando 24 horas por
dia e de âmbito mundial, apogeu tecnológico e convergência digital de
informação).
A
revolução tecnológica à qual associamos igualmente o aparecimento da
World Wilde
Web (WWW), responsável em grande parte pelo que hoje chamamos de
sociedade em
rede, gera laços de interligação e interdependência nas mais diversas
atividades humanas do mundo do trabalho á economia, passando pela
politica e até pelos afetos.
Na opinião de
Manuel Castells esta sociedade em vivemos “não é uma sociedade composta por
cibernautas solitários e robôs em comunicação (…) nem sequer é a terra
prometida das novas tecnologias que resolvem os problemas do mundo com a sua
agia (…)”; “a sociedade em rede é uma estrutura social dominante do planeta, a
que vai absorvendo a pouco e pouco as outras formas de ser e de existir. E as
suas consequências, como no caso de outras sociedades que existiram
historicamente, dependem do que as pessoas fazem, incluindo nós, nessa
sociedade e com os instrumentos que essa sociedade oferece``
Segundo Castells, “não foi a tecnologia que
determinou o nascimento e o desenvolvimento da sociedade em rede, mas sem este
tipo de tecnologias aquela não teria existido”.
Ciberespaço
O ciberespaço é definido como um mundo virtual porque está presente em potência, é um espaço desterritorializante. Esse mundo não é palpável, mas existe de outra forma, outra realidade. O ciberespaço existe em um local indefinido, desconhecido, cheio de devires e possibilidades. Não podemos, sequer, afirmar que o ciberespaço está presente nos computadores, tampouco nas redes, afinal, onde fica o ciberespaço? Para onde vai todo esse “mundo” quando desligamos os nossos computadores? É esse caráter fluido do ciberespaço que o torna virtual.
Se o ciberespaço está em crescente expansão, e se esse crescimento afeta todas as camadas da sociedade e áreas do conhecimento, se já usufruímos (e cada dia mais) das facilidades propiciadas por esse novo espaço de "disponibilização" de informações, é necessário tornar comum o que tudo isso significa, procurando entender, primeiramente, o que é o ciberespaço e quais suas características.
Para Deleuze e Guattari (1997a, p.163) cabe à Filosofia criar os conceitos e não à ciência, pois a diferença entre as duas reside no "... pressuposto respectivo do conceito e da função: aqui um plano de imanência [ou consistência], lá um plano de referência [ou coordenação]." Já a Arte consiste em situar-se no plano da composição. Portanto, a Filosofia cria os conceitos, independentemente do seu plano de referência ou de uma figura. A imanência dos mesmos permite o sobrevôo nos acontecimentos, um devir uma vez que "O conceito é o contorno, a configuração, a constelação de um acontecimento por vir. "Os conceitos, neste sentido, pertencem de pleno direito à filosofia, porque é ela que os cria, e não cessa de criá-los." (p. 46).
por Silvana Drumond Monteiro
http://www.dgz.org.br/jun07/Art_03.htm
Cibercultura
Para definir Cibercultura, segundo Lévy, temos de
identificar o meio da sua criação, na qual ela emerge e se transforma, o ciberespaço.
A
cibercultura produzida neste espaço, não possuem nem centro nem linhas diretrizes.
É vazio, sem conteúdo particular, mas que aceita todos ao mesmo tempo, pois a
cada novo nó da rede de redes em expansão constante pode tornar-se produtor ou
emissor de novas informações.
Lévy, denomina a universalidade do acontecimento,
desprovido de significado central, num sistema da desordem, com transparência
labiríntica, mas com falta de totalidade, a essência paradoxal da cibercultura.
Cibercultura é possível existir, porque denota-se
um desenvolvimento do sistema digital universal como também, da progressão de
todos os elementos do ciberespaço, devido também à integração, à interconexão,
ao estabelecimento de sistemas cada vez mais interdependentes, universais e
transparentes.
Para Levy, a cibercultura que emana do
ciberespaço, surge a partir da desconexão de operadores sociais (máquinas
abstractas), a universalidade e a totalização. Estes dois conceitos
surgiram acoplados aquando da invenção da escrita, pois a escrita não determina
automaticamente o universal, também a condiciona.
Publicada
por Joaquim Costa Pinto (Tigre da Estrela) à(s) 17:16
Imigrantes
digitais
Imigrante
Digital. É como somos chamados aqueles que não cresceram na época digital.
Não
só não cresceram,mas também não nasceram na época digital.Somos imigrantes,nós
os mais velhos.Mesmo que fiquemos craques nos computadores,celulares e tantas
outras engenhocas,seremos sempre imigrantes e de vez em quando,soltamos uma
frase ou falamos alguma coisa que imediatamente nos denuncia como imigrante.
Renato
Chagas
Segundo
Marc Prensky os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia
digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.
PATRICIA GOMES
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/saber/983798-leia-entrevista-do-autor-da-expressao-imigrantes-digitais.shtml
Nativos digitais
Segundo Marc Prensky Os Nativos digital é aqueles
que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia
analógica do século 20 --como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação
não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é velha. Os nativos
digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso
não têm medo dela, a veem como um aliado.
Nativos digitais são a garotada que já nasceu
“respirando” tecnologia. Para eles o uso do computador, internet, smartphones,
tocadores de música digital e etc. é muito natural.
PATRICIAGOMES
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
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