sábado, 16 de março de 2013

Definições por: Thabata Pereira


 

Definição de Sociedade do Conhecimento   

Sociedade da informação é um termo que também pode ser chamado de Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia, e que surgiu no fim do Século XX, vinda da expressão Globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de formação e expansão. É uma sociedade que recorre predominantemente às novas Tecnologias de Informação e Comunicação para a troca de informação em formato digital.
É a consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento.
As Culturas e identidades coletivas são uma consequência desta nova era. Houve uma padronização de culturas e costumes.
Poderá ser um novo modo de evitar a exclusão social e uma forma dar oportunidades aos menos favorecidos, desde que se criem condições para que todos tenham acesso às TIC.

A propósito da Sociedade de Informação, numa Conferência de Ministros, em 1995, foi dito que:
As TIC estão a mudar a forma como vivemos; como trabalhamos e fazemos negócios; como educamos as nossas crianças, estudamos e investigamos, nos treinamos a nós mesmos e como nos divertimos.
A sociedade de informação não afecta apenas o modo como as pessoas interagem, mas requer também das organizações tradicionais que sejam mais flexíveis, mais participativas e descentralizadas.



Publicada por Margarida Gomes à(s) 24.3.08





                                                     A sociedade da informação

A Para definir a sociedade da informação precisamos abstrair as configurações
particulares (por exemplo, o papel do capital de risco nos EUA ou
a desmonopolização da utilização do espectro radioeléctrico na Europa) e
concentrarmo-nos nos elementos estruturais da economia digital.
O que nos parece mais difícil na designação de sociedade da informação
é, por um lado, distinguir entre sociedade da informação e economia
digital1 e, por outro lado, escolher o elemento decisivo que permite
identificar uma sociedade da informação.

Artur Castro Neves
arturcastroneves@sapo.pt
Autor do livro Políticas Públicas e Reformas na
Sociedade da Informação (2006) e responsável da
cadeira de Economia do Audiovisual no Curso de
Cinema da Universidade Moderna



                                                  Conceito de Sociedade em Rede


A sociedade em que vivemos atualmente surge após a Sociedade Industrial e a passagem de um modelo económico capitalista para um modelo económico neoliberal. É caracterizada por contínuos avanços científicos (nas áreas da bioengenharia, novos materiais e microelectrónica) e por uma tendência para a globalização económica e cultural (mercados financeiros laborando 24 horas por dia e de âmbito mundial, apogeu tecnológico e convergência digital de informação).
A revolução tecnológica à qual associamos igualmente o aparecimento da World Wilde Web (WWW), responsável em grande parte pelo que hoje chamamos de sociedade em rede, gera laços de interligação e interdependência nas mais diversas atividades humanas do mundo do trabalho á economia, passando pela politica e até pelos afetos.
Na opinião de Manuel Castells esta sociedade em vivemos “não é uma sociedade composta por cibernautas solitários e robôs em comunicação (…) nem sequer é a terra prometida das novas tecnologias que resolvem os problemas do mundo com a sua agia (…)”; “a sociedade em rede é uma estrutura social dominante do planeta, a que vai absorvendo a pouco e pouco as outras formas de ser e de existir. E as suas consequências, como no caso de outras sociedades que existiram historicamente, dependem do que as pessoas fazem, incluindo nós, nessa sociedade e com os instrumentos que essa sociedade oferece``
Segundo Castells, “não foi a tecnologia que determinou o nascimento e o desenvolvimento da sociedade em rede, mas sem este tipo de tecnologias aquela não teria existido”.




                                                             Ciberespaço


O ciberespaço é definido como um mundo virtual porque está presente em potência, é um espaço desterritorializante. Esse mundo não é palpável, mas existe de outra forma, outra realidade. O ciberespaço existe em um local indefinido, desconhecido, cheio de devires e possibilidades. Não podemos, sequer, afirmar que o ciberespaço está presente nos computadores, tampouco nas redes, afinal, onde fica o ciberespaço? Para onde vai todo esse “mundo” quando desligamos os nossos computadores? É esse caráter fluido do ciberespaço que o torna virtual.
Se o ciberespaço está em crescente expansão, e se esse crescimento afeta todas as camadas da sociedade e áreas do conhecimento, se já usufruímos (e cada dia mais) das facilidades propiciadas por esse novo espaço de "disponibilização" de informações, é necessário tornar comum o que tudo isso significa, procurando entender, primeiramente, o que é o ciberespaço e quais suas características.
Para Deleuze e Guattari (1997a, p.163) cabe à Filosofia criar os conceitos e não à ciência, pois a diferença entre as duas reside no "... pressuposto respectivo do conceito e da função: aqui um plano de imanência [ou consistência], lá um plano de referência [ou coordenação]." Já a Arte consiste em situar-se no plano da composição. Portanto, a Filosofia cria os conceitos, independentemente do seu plano de referência ou de uma figura. A imanência dos mesmos permite o sobrevôo nos acontecimentos, um devir uma vez que "O conceito é o contorno, a configuração, a constelação de um acontecimento por vir. "Os conceitos, neste sentido, pertencem de pleno direito à filosofia, porque é ela que os cria, e não cessa de criá-los." (p. 46).
por Silvana Drumond Monteiro
http://www.dgz.org.br/jun07/Art_03.htm


                                                                       Cibercultura

Para definir Cibercultura, segundo Lévy, temos de identificar o meio da sua criação, na qual ela emerge e se transforma, o ciberespaço.

A cibercultura produzida neste espaço, não possuem nem centro nem linhas diretrizes. É vazio, sem conteúdo particular, mas que aceita todos ao mesmo tempo, pois a cada novo nó da rede de redes em expansão constante pode tornar-se produtor ou emissor de novas informações.

Lévy, denomina a universalidade do acontecimento, desprovido de significado central, num sistema da desordem, com transparência labiríntica, mas com falta de totalidade, a essência paradoxal da cibercultura.

Cibercultura é possível existir, porque denota-se um desenvolvimento do sistema digital universal como também, da progressão de todos os elementos do ciberespaço, devido também à integração, à interconexão, ao estabelecimento de sistemas cada vez mais interdependentes, universais e transparentes.

Para Levy, a cibercultura que emana do ciberespaço, surge a partir da desconexão de operadores sociais (máquinas abstractas), a universalidade e a totalização. Estes dois conceitos surgiram acoplados aquando da invenção da escrita, pois a escrita não determina automaticamente o universal, também a condiciona.











                                                            Imigrantes digitais 


Imigrante Digital. É como somos chamados aqueles que não cresceram na época digital.

Não só não cresceram,mas também não nasceram na época digital.Somos imigrantes,nós os mais velhos.Mesmo que fiquemos craques nos computadores,celulares e tantas outras engenhocas,seremos sempre imigrantes e de vez em quando,soltamos uma frase ou falamos alguma coisa que imediatamente nos denuncia como imigrante.

Renato Chagas


Segundo Marc Prensky os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

PATRICIA GOMES
DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/saber/983798-leia-entrevista-do-autor-da-expressao-imigrantes-digitais.shtml


                                                                  Nativos digitais


Segundo Marc Prensky Os Nativos digital é aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 ­--como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como um aliado.

Nativos digitais são a garotada que já nasceu “respirando” tecnologia. Para eles o uso do computador, internet, smartphones, tocadores de música digital e etc. é muito natural.

PATRICIAGOMES
DE SÃO PAULO



 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário