Seja um CIBERCIDADÃO!
Este blog foi criado pelos alunos do 3° período de Pedagogia da Universidade UNIABEU-Campus 2 -Nilópolis-RJ,por meio das alunas Ariana Assis,Cicera Oliveira,Daniele Oliveira,Elis Rebeca Carvalho,Jacinara Nogueira,Juliana Ferreira,Thabata Pereira e Yasmin Barcelos a partir do incentivo da Professora de Tecnologia da Educação Isabel Pinto, com o intuito de promover debates sobre o tema A emergência das cibercidades.
domingo, 24 de março de 2013
Sociedade de Informação e Tecnologias
Cibercidades são construções digitais de cidades reais, na tentativa de aproveitar o potencial das novas tecnologias de comunicação para lutar contra a exclusão social, regenerar o espaço público e promover a apropriação social das novas tecnologias. Não é à toa que a Comissão Européia as considera como projetos prioritários.
Acredita-se que as cibercidades poderiam dinamizar o espaço público, colocar em sinergia instâncias sociais e reforçar laços comunitários reais. O desafio é enorme já que uma cidade é mais do que um arranjo espacial de ruas, prédios e monumentos. Ela é uma rede eco-social complexa, interligando diferentes sistemas e agrupamentos socioculturais. Não é uma tarefa fácil digitalizar uma cidade e deve-se evitar um modelo substitutivo ou transpositivo. As cibercidades devem ampliar e complementar o poder da ação à distância e potencializar a emergência de redes de sociabilidade, ajudando na ocupação de espaços concretos.
Documento publicado na internetLEMOS, ANDRÉ. Ciber-Cidades. Disponível em: http://www2.virtual.ufc.br/cybercultura/cibercidades.aspx . Acesso em: 12 de março de 2013.
O que é uma Cibercidade?
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| Cidade do Filme Tron: O Legado |
Diferente do que muitos de nós pensamos para estar em uma cibercidade não é necessário sermos digitalizados e transportados para um mundo digital como ocorre no filme Tron,pois (LEMOS 2003)a cibercidade é nada mais do que um conceito que visa colocar o acento sobre as formas de impacto das novas redes telemáticas no espaço urbano. A cibercidade é a cidade contemporânea e todas as cidades contemporâneas estão se transformando em cibercidades. Podemos entender por cibercidades as cidades nas quais a infraestrutura de telecomunicações e tecnologias digitais já é uma realidade.
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Militares nos EUA treinam em cibercidades para se defender de hackers.
Os militares americanos estão se preparando para iniciar o treinamento,
em dezembro, de seus futuros guerreiros cibernéticos com o uso de um
novo recurso, uma cibercidade em miniatura, a NetWars CyberCity. A
cidade foi criada em New Jersey, EUA, pelo Sans Institute, uma
organização especializada em segurança digital, e contém todos os
serviços cruciais que podem sofrer ataques.
Continuar lendo: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/11/militares-nos-eua-treinam-em-cibercidades-para-se-defender-de-hackers.html
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| Militares se preparam para guerras cibernéticas (Foto: Reprodução/Fox News) |
Continuar lendo: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/11/militares-nos-eua-treinam-em-cibercidades-para-se-defender-de-hackers.html
terça-feira, 19 de março de 2013
Internet saudável e cidadania digital responsável
Rio- A
educação para o uso saudável da Internet é uma preocupação emergente, essencial
para garantir uma sociedade que funcione de forma mais evolutiva. No
Brasil e em outros países, o uso das tecnologias de comunicação e informação,
bem como a sensibilização e formação sobre a utilização segura da Internet, vem
sendo discutida sob vários aspectos, o que implica mudanças de paradigmas
e de atitudes concretas.
Continuar lendo: http://odia.ig.com.br/portal/opiniao/ana-beatriz-crespo-lopes-internet-saud%C3%A1vel-e-cidadania-digital-respons%C3%A1vel-1.423898
LOPES,Ana Beatriz Crespo.
Advogada e pesquisadora na área de proteção de menores no
uso da tecnologia da informação e comunicação
Jornal O DIA
Jornal O DIA
Cibercidades: As facilidades de uma cidade full time.
As evoluções tecnológicas implicaram na utilização de meios eletrônicos para o favorecimento da globalização das relações econômicas e sociais, o que ampliou o fluxo de informações e conhecimento. Assim a utilização de telefones moveis, a informatização de pequenas e grandes industrias tornou-se obrigatória. As primeiras cibercidades surgiram a partir desta necessidade, da expansão das redes, de inovações tecnológicas, da intensificação do uso das novas tecnologias de informação e de comunicação,fatos que facilitaram a vida dos vendedores e consumidores.
Exemplos bem comuns que podem ser dados são o ato de pagar, consumir, transferir dinheiro de uma conta para outra, entre outros coisas, que normalmente levaria uma pessoa a um estabelecimento comercial e o faria muitas vezes entrar em uma fila para poder realizar a ação, é hoje realizado pela simples conexão à internet à hora que o consumidor desejar.
Vídeo ilustrativo:
Vídeo ilustrativo:
segunda-feira, 18 de março de 2013
Sugestão de leitura
O
tema das cibercidades é considerado prioritário hoje por diversos
países. O livro pensa a questão das transformações do espaço urbano em
função das novas tecnologias de informação e comunicação.
A CIDADANIA NO CIBERESPAÇO
No ciberespaço, o leitor transferiu-se de leitor para ciberleitor
e, com isso, as relações sociais transmutaram-se, e este cibernauta
passou a ser também um cibercidadão.
Os resultados dessa mudança foram alicerçados em grande parte pelas
comunidades virtuais, que contribuíram em muito para o surgimento deste
cidadão cibernético. Agora, o conceito de cidadania apresenta uma
redefinição conceitual. Para Rheingold, ela é compreendida como "um contrato social de caráter informal e não escrito"(Rheingold, 2003: 19).
NICOLA,Ricardo.
Definições por: Yasmin Barcelos
Sociedade
do conhecimento
A
Internet e as tecnologias digitais fizeram emergir um novo paradigma
social, descrito por alguns autores como sociedade do conhecimento
(Hargreaves, 2003) ou sociedade da aprendizagem (Pozo, 2004). Um
mundo onde o fluxo de informações é intenso, em permanente
mudança, e “onde o conhecimento é um recurso flexível, fluido,
sempre em expansão e em mudança” (Hargreaves, 2003, p. 33). Um
mundo desterritorializado, onde não existem barreiras de tempo e de
espaço para que as pessoas se comuniquem.
COUTINHO,
Clara
Universidade
do Minho
LISBÔA,
Eliana
Universidade
do Minho
Revista de
Educação,
Vol. XVIII, nº 1, 2011 | 5 – 22
Sociedade da
informação
Nas
palavras de José Amado da Silva (2001):
É
uma nova forma de organização social, proporcionada pelas
novas
características da informação — cara de produzir, mas
de
reprodução muito barata, graças ao enorme
desenvolvimento
das Tecnologias de Informação e
Comunicação.
Esta característica repassa toda a sociedade,
reclamando
novos modos de expressão da cidadania, da relação
interpessoal
e interinstitucional, da expressão cultural e,
SILVA,
Ana Mafalda Falcão
Faculdade
de Economia da Universidade de Coimbra
Dezembro
de 2007
Sociedade em rede
Não é uma mera
soma das partes e sim o resultado do imbricamento das afinidades com
as tecnologias, que permite e mantém em comunicação em tempo real,
pessoas e grupos de pessoas independentemente da sua localização
geográfica, tempo e traços de união. Tem a possibilidade de o seu
âmbito ser tão global quanto o mundo inteiro como, por exemplo, os
sistemas financeiros, ou tão local ou localizado quando se pretenda
como, por exemplo, o grupo de pessoas que frequentaram uma dada
escola.
CASTELLS, M. A
sociedade em rede. Tradução Roneide V. Majer. 8ª ed. São Paulo:
Paz e Terra, 2005.
Cibercultura
Relação entre
cultura, tecnologia e sociedade. É a interação da sociabilidade
com acesso a comunidades virtuais, incluindo materiais mais o
intelectual no meio virtual.
LEVY, P. (1999):
Cibercultura. São Paulo: Ed. 34.
Ciberespaço
Pode-se afirmar que o
ciberespaço diz respeito a uma forma de virtualização
informacional em rede. Por meio da tecnologia, os homens, mediados
pelos computadores, passam a criar conexões e relacionamentos
capazes de fundar um espaço de sociabilidade virtual.
VESCE, Possoli E.
Gabriela.
Imigrantes
digitais
Os imigrantes
digitais são definidos por como menos familiarizados com o ambiente
digital, os quais aprenderam ao longo da vida a utilizaras
tecnologias como e-mails
e
redes sociais. Os imigrantes nasceram em outro meio, não dominado
pelas tecnologias digitais, seu modo de aprender foi outro.
GUZZI, Drica. Web
e participação:
a democracia no século XXI. São Paulo: Editora Senac São Paulo,
2010.
Nativos digitais
Os nativos digitais são
capazes de estudar com fone no ouvido e com o computador ligado no
MSN; professores analógicos não conseguem entender esse
comportamento nem outras atitudes na sala de aula. Que, para os
nativos digitais, não pode ser a mesma sala de aula de décadas
anteriores; hoje, o professor precisa migrar para a era digital e
utilizar novas tecnologias da comunicação e informação em sua
prática pedagógica.
BASTOS R.A,César
Link: http://www.psicopedagogiabrasil.combr/artigos_patricia_sociedade_do_conhecimento.htmDescrição feita por Jacinara Nogueira
É aquela na qual produção, processamento e distribuição de informação
são atividades econômicas sociais primárias. Adianta que nela deve se investi
cada vez mais tempo com uso das tecnologias da informação ( telefones e
computadores), onde contingentes crescentes
de trabalhadores estejam sendo
empregadas na área e pessoas que processam, produzem e distribuem informações tendo isto como sua atividade principal.
MATTELART, Armand. História da sociedade da informação. S. Paulo, Loiola, 2002, p.14.
Sociedade do conhecimento
O conhecimento desempenha, atualmente, papel
estratégico, não só para a acumulação econômica, mas também para o
funcionamento do próprio Estado e da sociedade. Novas possibilidades e desafios
de desenvolvimento (como processo de mudança social), emergem das
transformações imateriais que se operam tanto na produção material quanto na
produção dos intangíveis (Maciel, 2001).
BAUMGARTEN, M. Sociedade e conhecimento: ordem,
caos e complexidade. Sociologias, v. 8, n. 15, p. 16-23, 2006.
Sociedade em rede
Não é uma
mera soma das partes e sim o resultado do imbricamento das afinidades com as
tecnologias, que permite e mantém em comunicação em tempo real, pessoas e
grupos de pessoas independentemente da sua localização geográfica, tempo e
traços de união. Tem a possibilidade de o seu âmbito ser tão global quanto o
mundo inteiro como, por exemplo, os sistemas financeiros, ou tão local ou
localizado quando se pretenda como, por exemplo, o grupo de pessoas que
frequentaram uma dada escola.
CASTELLS,
M. A sociedade em rede. Tradução Roneide V. Majer. 8ª ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2005.
Imigrantes digitais
Os imigrantes digitais são
definidos por como menos familiarizados
com o ambiente digital, os quais aprenderam ao longo da vida a utilizaras
tecnologias como e-mails e redes sociais. Os imigrantes nasceram em
outro meio, não dominado pelas tecnologias digitais, seu modo de aprender foi
outro.
GUZZI, Drica. Web e participação: a democracia no
século XXI. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2010.
Ciberespaço
Abrange a
comunicação com a interação interpessoal, com acesso rápido a informações em
apenas um clique. Na comunicação e no jornalismo, há grandes espaços
cibernéticos que possibilitam a interação de pessoas em determinados assuntos.
LEVY, P. (2000): A inteligência coletiva: por uma
antropologia do ciberespaço. 3ª ed. São Paulo: Loyola.
Cibercultura
Relação entre cultura, tecnologia e sociedade. É a
interação da sociabilidade com acesso a comunidades virtuais, incluindo
materiais mais o intelectual no meio virtual.
LEVY, P.
(1999): Cibercultura. São Paulo: Ed. 34.
Jacinara Nogueira.
sábado, 16 de março de 2013
Definições por: Thabata Pereira
Definição de Sociedade do Conhecimento
Sociedade da informação é um termo que também pode ser chamado de
Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia, e que surgiu no fim do Século XX, vinda da
expressão Globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de
formação e expansão. É uma sociedade que recorre predominantemente às novas
Tecnologias de Informação e Comunicação para a troca de informação em formato
digital.
É a consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento.
As Culturas e identidades coletivas são uma consequência desta nova era. Houve uma padronização de culturas e costumes.
Poderá ser um novo modo de evitar a exclusão social e uma forma dar oportunidades aos menos favorecidos, desde que se criem condições para que todos tenham acesso às TIC.
É a consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento.
As Culturas e identidades coletivas são uma consequência desta nova era. Houve uma padronização de culturas e costumes.
Poderá ser um novo modo de evitar a exclusão social e uma forma dar oportunidades aos menos favorecidos, desde que se criem condições para que todos tenham acesso às TIC.
A
propósito da Sociedade de Informação, numa Conferência de Ministros, em 1995,
foi dito que:
As TIC estão a mudar a forma como vivemos; como trabalhamos e fazemos negócios; como educamos as nossas crianças, estudamos e investigamos, nos treinamos a nós mesmos e como nos divertimos.
A sociedade de informação não afecta apenas o modo como as pessoas interagem, mas requer também das organizações tradicionais que sejam mais flexíveis, mais participativas e descentralizadas.
As TIC estão a mudar a forma como vivemos; como trabalhamos e fazemos negócios; como educamos as nossas crianças, estudamos e investigamos, nos treinamos a nós mesmos e como nos divertimos.
A sociedade de informação não afecta apenas o modo como as pessoas interagem, mas requer também das organizações tradicionais que sejam mais flexíveis, mais participativas e descentralizadas.
Publicada
por Margarida Gomes à(s) 24.3.08
A
sociedade da informação
A Para definir a sociedade da
informação precisamos abstrair as configurações
particulares (por exemplo, o
papel do capital de risco nos EUA ou
a desmonopolização da utilização
do espectro radioeléctrico na Europa) e
concentrarmo-nos nos elementos
estruturais da economia digital.
O que nos parece mais difícil na
designação de sociedade da informação
é, por um lado, distinguir entre
sociedade da informação e economia
digital1 e, por outro lado,
escolher o elemento decisivo que permite
identificar uma sociedade da informação.
Artur Castro Neves
arturcastroneves@sapo.pt
Autor do livro Políticas Públicas
e Reformas na
Sociedade da Informação (2006) e
responsável da
cadeira de Economia do
Audiovisual no Curso de
Cinema da Universidade Moderna
Conceito de Sociedade em Rede
A
sociedade em que vivemos atualmente surge após a Sociedade Industrial e a
passagem de um modelo económico capitalista para um modelo económico
neoliberal. É caracterizada por contínuos avanços científicos (nas áreas da
bioengenharia, novos materiais e microelectrónica) e por uma tendência para a
globalização económica e cultural (mercados financeiros laborando 24 horas por
dia e de âmbito mundial, apogeu tecnológico e convergência digital de
informação).
A
revolução tecnológica à qual associamos igualmente o aparecimento da
World Wilde
Web (WWW), responsável em grande parte pelo que hoje chamamos de
sociedade em
rede, gera laços de interligação e interdependência nas mais diversas
atividades humanas do mundo do trabalho á economia, passando pela
politica e até pelos afetos.
Na opinião de
Manuel Castells esta sociedade em vivemos “não é uma sociedade composta por
cibernautas solitários e robôs em comunicação (…) nem sequer é a terra
prometida das novas tecnologias que resolvem os problemas do mundo com a sua
agia (…)”; “a sociedade em rede é uma estrutura social dominante do planeta, a
que vai absorvendo a pouco e pouco as outras formas de ser e de existir. E as
suas consequências, como no caso de outras sociedades que existiram
historicamente, dependem do que as pessoas fazem, incluindo nós, nessa
sociedade e com os instrumentos que essa sociedade oferece``
Segundo Castells, “não foi a tecnologia que
determinou o nascimento e o desenvolvimento da sociedade em rede, mas sem este
tipo de tecnologias aquela não teria existido”.
Autor: Ana Maria Neves às
23:22
Ciberespaço
O ciberespaço é definido como um mundo virtual porque está presente em potência, é um espaço desterritorializante. Esse mundo não é palpável, mas existe de outra forma, outra realidade. O ciberespaço existe em um local indefinido, desconhecido, cheio de devires e possibilidades. Não podemos, sequer, afirmar que o ciberespaço está presente nos computadores, tampouco nas redes, afinal, onde fica o ciberespaço? Para onde vai todo esse “mundo” quando desligamos os nossos computadores? É esse caráter fluido do ciberespaço que o torna virtual.
Se o ciberespaço está em crescente expansão, e se esse crescimento afeta todas as camadas da sociedade e áreas do conhecimento, se já usufruímos (e cada dia mais) das facilidades propiciadas por esse novo espaço de "disponibilização" de informações, é necessário tornar comum o que tudo isso significa, procurando entender, primeiramente, o que é o ciberespaço e quais suas características.
Para Deleuze e Guattari (1997a, p.163) cabe à Filosofia criar os conceitos e não à ciência, pois a diferença entre as duas reside no "... pressuposto respectivo do conceito e da função: aqui um plano de imanência [ou consistência], lá um plano de referência [ou coordenação]." Já a Arte consiste em situar-se no plano da composição. Portanto, a Filosofia cria os conceitos, independentemente do seu plano de referência ou de uma figura. A imanência dos mesmos permite o sobrevôo nos acontecimentos, um devir uma vez que "O conceito é o contorno, a configuração, a constelação de um acontecimento por vir. "Os conceitos, neste sentido, pertencem de pleno direito à filosofia, porque é ela que os cria, e não cessa de criá-los." (p. 46).
por Silvana Drumond Monteiro
http://www.dgz.org.br/jun07/Art_03.htm
Cibercultura
Para definir Cibercultura, segundo Lévy, temos de
identificar o meio da sua criação, na qual ela emerge e se transforma, o ciberespaço.
A
cibercultura produzida neste espaço, não possuem nem centro nem linhas diretrizes.
É vazio, sem conteúdo particular, mas que aceita todos ao mesmo tempo, pois a
cada novo nó da rede de redes em expansão constante pode tornar-se produtor ou
emissor de novas informações.
Lévy, denomina a universalidade do acontecimento,
desprovido de significado central, num sistema da desordem, com transparência
labiríntica, mas com falta de totalidade, a essência paradoxal da cibercultura.
Cibercultura é possível existir, porque denota-se
um desenvolvimento do sistema digital universal como também, da progressão de
todos os elementos do ciberespaço, devido também à integração, à interconexão,
ao estabelecimento de sistemas cada vez mais interdependentes, universais e
transparentes.
Para Levy, a cibercultura que emana do
ciberespaço, surge a partir da desconexão de operadores sociais (máquinas
abstractas), a universalidade e a totalização. Estes dois conceitos
surgiram acoplados aquando da invenção da escrita, pois a escrita não determina
automaticamente o universal, também a condiciona.
Publicada
por Joaquim Costa Pinto (Tigre da Estrela) à(s) 17:16
Imigrantes
digitais
Imigrante
Digital. É como somos chamados aqueles que não cresceram na época digital.
Não
só não cresceram,mas também não nasceram na época digital.Somos imigrantes,nós
os mais velhos.Mesmo que fiquemos craques nos computadores,celulares e tantas
outras engenhocas,seremos sempre imigrantes e de vez em quando,soltamos uma
frase ou falamos alguma coisa que imediatamente nos denuncia como imigrante.
Renato
Chagas
Segundo
Marc Prensky os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia
digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.
PATRICIA GOMES
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/saber/983798-leia-entrevista-do-autor-da-expressao-imigrantes-digitais.shtml
Nativos digitais
Segundo Marc Prensky Os Nativos digital é aqueles
que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia
analógica do século 20 --como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação
não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é velha. Os nativos
digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso
não têm medo dela, a veem como um aliado.
Nativos digitais são a garotada que já nasceu
“respirando” tecnologia. Para eles o uso do computador, internet, smartphones,
tocadores de música digital e etc. é muito natural.
PATRICIAGOMES
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
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