domingo, 24 de março de 2013

PARA REFLETIR

Até onde vai a influência das mídias sobre você?
Seja um CIBERCIDADÃO!


Sociedade de Informação e Tecnologias


Cibercidades são construções digitais de cidades reais, na tentativa de aproveitar o potencial das novas tecnologias de comunicação para lutar contra a exclusão social, regenerar o espaço público e promover a apropriação social das novas tecnologias. Não é à toa que a Comissão Européia as considera como projetos prioritários.


Acredita-se que as cibercidades poderiam dinamizar o espaço público, colocar em sinergia instâncias sociais e reforçar laços comunitários reais. O desafio é enorme já que uma cidade é mais do que um arranjo espacial de ruas, prédios e monumentos. Ela é uma rede eco-social complexa, interligando diferentes sistemas e agrupamentos socioculturais. Não é uma tarefa fácil digitalizar uma cidade e deve-se evitar um modelo substitutivo ou transpositivo. As cibercidades devem ampliar e complementar o poder da ação à distância e potencializar a emergência de redes de sociabilidade, ajudando na ocupação de espaços concretos.
Documento publicado na internet
LEMOS, ANDRÉ. Ciber-Cidades. Disponível em: http://www2.virtual.ufc.br/cybercultura/cibercidades.aspx . Acesso em: 12 de março de 2013. 





O que é uma Cibercidade?

Cidade do Filme Tron: O Legado


Diferente do que muitos de nós pensamos para estar em uma cibercidade não é  necessário sermos digitalizados e transportados  para um mundo digital como ocorre no filme Tron,pois  (LEMOS 2003)a cibercidade é nada mais do que um conceito que visa colocar o acento sobre as formas de impacto das novas redes telemáticas no espaço urbano. A cibercidade  é a cidade contemporânea e todas as cidades contemporâneas estão se transformando em cibercidades. Podemos entender por cibercidades as cidades nas quais a infraestrutura de telecomunicações e tecnologias digitais já é uma realidade.







quinta-feira, 21 de março de 2013

Militares nos EUA treinam em cibercidades para se defender de hackers.

Os militares americanos estão se preparando para iniciar o treinamento, em dezembro, de seus futuros guerreiros cibernéticos com o uso de um novo recurso, uma cibercidade em miniatura, a NetWars CyberCity. A cidade foi criada em New Jersey, EUA, pelo Sans Institute, uma organização especializada em segurança digital, e contém todos os serviços cruciais que podem sofrer ataques. 
Militares se preparam para guerras cibernéticas (Foto: Reprodução/Fox News) 

Continuar lendo: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/11/militares-nos-eua-treinam-em-cibercidades-para-se-defender-de-hackers.html

terça-feira, 19 de março de 2013

Internet saudável e cidadania digital responsável



Rio- A educação para o uso saudável da Internet é uma preocupação emergente, essencial para garantir uma sociedade que funcione de forma mais evolutiva. No Brasil e em outros países, o uso das tecnologias de comunicação e informação, bem como a sensibilização e formação sobre a utilização segura da Internet, vem sendo discutida sob vários aspectos, o que implica mudanças de paradigmas e de atitudes concretas.

LOPES,Ana Beatriz Crespo.
Advogada e pesquisadora na área de proteção de menores no uso da tecnologia da informação e comunicação 
Jornal O DIA



O que é cibercidade para André Lemos.

            


Cibercidades: As facilidades de uma cidade full time.




As evoluções tecnológicas implicaram na utilização de meios eletrônicos para o favorecimento da globalização das relações econômicas e sociais, o que ampliou o fluxo de informações e conhecimento. Assim a utilização de telefones moveis, a informatização de pequenas e grandes industrias tornou-se obrigatória. As primeiras cibercidades surgiram a partir desta necessidade, da expansão das redes, de inovações tecnológicas, da intensificação do uso das novas tecnologias de informação e de comunicação,fatos que facilitaram a vida dos vendedores e consumidores.

Exemplos bem comuns que podem ser dados são o ato de pagar, consumir, transferir dinheiro de uma conta para outra, entre outros coisas, que normalmente levaria uma pessoa a um estabelecimento comercial e o faria muitas vezes entrar em uma fila para poder realizar a ação, é hoje realizado pela simples conexão à internet à hora que o consumidor desejar.

Vídeo ilustrativo: 


segunda-feira, 18 de março de 2013

Sugestão de leitura

O tema das cibercidades é considerado prioritário hoje por diversos países. O livro pensa a questão das transformações do espaço urbano em função das novas tecnologias de informação e comunicação.   


A CIDADANIA NO CIBERESPAÇO




No ciberespaço, o leitor transferiu-se de leitor para ciberleitor e, com isso, as relações sociais transmutaram-se, e este cibernauta passou a ser também um cibercidadão.
Os resultados dessa mudança foram alicerçados em grande parte pelas comunidades virtuais, que contribuíram em muito para o surgimento deste cidadão cibernético. Agora, o conceito de cidadania apresenta uma redefinição conceitual. Para Rheingold, ela é compreendida como "um contrato social de caráter informal e não escrito"(Rheingold, 2003: 19). 
NICOLA,Ricardo. 
 

Definições por: Yasmin Barcelos

Sociedade do conhecimento

A Internet e as tecnologias digitais fizeram emergir um novo paradigma social, descrito por alguns autores como sociedade do conhecimento (Hargreaves, 2003) ou sociedade da aprendizagem (Pozo, 2004). Um mundo onde o fluxo de informações é intenso, em permanente mudança, e “onde o conhecimento é um recurso flexível, fluido, sempre em expansão e em mudança” (Hargreaves, 2003, p. 33). Um mundo desterritorializado, onde não existem barreiras de tempo e de espaço para que as pessoas se comuniquem.


COUTINHO, Clara
Universidade do Minho
LISBÔA, Eliana
Universidade do Minho

Revista de Educação, Vol. XVIII, nº 1, 2011 | 5 – 22


Sociedade da informação

Nas palavras de José Amado da Silva (2001):
É uma nova forma de organização social, proporcionada pelas
novas características da informação — cara de produzir, mas
de reprodução muito barata, graças ao enorme
desenvolvimento das Tecnologias de Informação e
Comunicação. Esta característica repassa toda a sociedade,
reclamando novos modos de expressão da cidadania, da relação
interpessoal e interinstitucional, da expressão cultural e,
naturalmente, da organização económica e do governo.

SILVA, Ana Mafalda Falcão
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Dezembro de 2007


 
                                                   Sociedade em rede

Não é uma mera soma das partes e sim o resultado do imbricamento das afinidades com as tecnologias, que permite e mantém em comunicação em tempo real, pessoas e grupos de pessoas independentemente da sua localização geográfica, tempo e traços de união. Tem a possibilidade de o seu âmbito ser tão global quanto o mundo inteiro como, por exemplo, os sistemas financeiros, ou tão local ou localizado quando se pretenda como, por exemplo, o grupo de pessoas que frequentaram uma dada escola.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. Tradução Roneide V. Majer. 8ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005.




                                                     Cibercultura
Relação entre cultura, tecnologia e sociedade. É a interação da sociabilidade com acesso a comunidades virtuais, incluindo materiais mais o intelectual no meio virtual. 

LEVY, P. (1999): Cibercultura. São Paulo: Ed. 34. 

                                                         Ciberespaço
Pode-se afirmar que o ciberespaço diz respeito a uma forma de virtualização informacional em rede. Por meio da tecnologia, os homens, mediados pelos computadores, passam a criar conexões e relacionamentos capazes de fundar um espaço de sociabilidade virtual.

VESCE, Possoli E. Gabriela. 

 

                                                 Imigrantes digitais

Os imigrantes digitais são definidos por como menos familiarizados com o ambiente digital, os quais aprenderam ao longo da vida a utilizaras tecnologias como e-mails e redes sociais. Os imigrantes nasceram em outro meio, não dominado pelas tecnologias digitais, seu modo de aprender foi outro. 
GUZZI, Drica. Web e participação: a democracia no século XXI. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2010. 
                                                          Nativos digitais 
Os nativos digitais são capazes de estudar com fone no ouvido e com o computador ligado no MSN; professores analógicos não conseguem entender esse comportamento nem outras atitudes na sala de aula. Que, para os nativos digitais, não pode ser a mesma sala de aula de décadas anteriores; hoje, o professor precisa migrar para a era digital e utilizar novas tecnologias da comunicação e informação em sua prática pedagógica. 
BASTOS R.A,César 
 Link: http://www.psicopedagogiabrasil.combr/artigos_patricia_sociedade_do_conhecimento.htm

Descrição feita por Jacinara Nogueira



Sociedade da informação

É aquela na qual produção,  processamento e distribuição de informação são atividades econômicas sociais primárias. Adianta que nela deve se investi cada vez mais tempo com uso das tecnologias da informação ( telefones e computadores), onde contingentes crescentes  de trabalhadores  estejam sendo empregadas na área e pessoas que processam, produzem e distribuem informações  tendo isto como sua atividade principal. 

MATTELART, Armand. História da sociedade da informação. S. Paulo, Loiola, 2002, p.14.

http://www.lucianosathler.pro.br/site/images/conteudo/livros/direito_a_comunicacao/254-265_sociedade_conhecimento_squirra.pdf


Sociedade do conhecimento

O conhecimento desempenha, atualmente, papel estratégico, não só para a acumulação econômica, mas também para o funcionamento do próprio Estado e da sociedade. Novas possibilidades e desafios de desenvolvimento (como processo de mudança social), emergem das transformações imateriais que se operam tanto na produção material quanto na produção dos intangíveis (Maciel, 2001).
 

BAUMGARTEN, M. Sociedade e conhecimento: ordem, caos e complexi­dade. Sociologias, v. 8, n. 15, p. 16-23, 2006.

Sociedade em rede

Não é uma mera soma das partes e sim o resultado do imbricamento das afinidades com as tecnologias, que permite e mantém em comunicação em tempo real, pessoas e grupos de pessoas independentemente da sua localização geográfica, tempo e traços de união. Tem a possibilidade de o seu âmbito ser tão global quanto o mundo inteiro como, por exemplo, os sistemas financeiros, ou tão local ou localizado quando se pretenda como, por exemplo, o grupo de pessoas que frequentaram uma dada escola.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. Tradução Roneide V. Majer. 8ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005.


Imigrantes digitais

Os imigrantes digitais são definidos por  como menos familiarizados com o ambiente digital, os quais aprenderam ao longo da vida a utilizaras tecnologias como e-mails e redes sociais. Os imigrantes nasceram em outro meio, não dominado pelas tecnologias digitais, seu modo de aprender foi outro.


GUZZI, Drica. Web e participação: a democracia no século XXI. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2010.


Ciberespaço

Abrange a comunicação com a interação interpessoal, com acesso rápido a informações em apenas um clique. Na comunicação e no jornalismo, há grandes espaços cibernéticos que possibilitam a interação de pessoas em determinados assuntos.

LEVY, P. (2000): A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 3ª ed. São Paulo: Loyola.

Cibercultura

Relação entre cultura, tecnologia e sociedade. É a interação da sociabilidade com acesso a comunidades virtuais, incluindo materiais mais o intelectual no meio virtual. 

LEVY, P. (1999): Cibercultura. São Paulo: Ed. 34.



 Jacinara Nogueira.

sábado, 16 de março de 2013

Definições por: Thabata Pereira


 

Definição de Sociedade do Conhecimento   

Sociedade da informação é um termo que também pode ser chamado de Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia, e que surgiu no fim do Século XX, vinda da expressão Globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de formação e expansão. É uma sociedade que recorre predominantemente às novas Tecnologias de Informação e Comunicação para a troca de informação em formato digital.
É a consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento.
As Culturas e identidades coletivas são uma consequência desta nova era. Houve uma padronização de culturas e costumes.
Poderá ser um novo modo de evitar a exclusão social e uma forma dar oportunidades aos menos favorecidos, desde que se criem condições para que todos tenham acesso às TIC.

A propósito da Sociedade de Informação, numa Conferência de Ministros, em 1995, foi dito que:
As TIC estão a mudar a forma como vivemos; como trabalhamos e fazemos negócios; como educamos as nossas crianças, estudamos e investigamos, nos treinamos a nós mesmos e como nos divertimos.
A sociedade de informação não afecta apenas o modo como as pessoas interagem, mas requer também das organizações tradicionais que sejam mais flexíveis, mais participativas e descentralizadas.



Publicada por Margarida Gomes à(s) 24.3.08





                                                     A sociedade da informação

A Para definir a sociedade da informação precisamos abstrair as configurações
particulares (por exemplo, o papel do capital de risco nos EUA ou
a desmonopolização da utilização do espectro radioeléctrico na Europa) e
concentrarmo-nos nos elementos estruturais da economia digital.
O que nos parece mais difícil na designação de sociedade da informação
é, por um lado, distinguir entre sociedade da informação e economia
digital1 e, por outro lado, escolher o elemento decisivo que permite
identificar uma sociedade da informação.

Artur Castro Neves
arturcastroneves@sapo.pt
Autor do livro Políticas Públicas e Reformas na
Sociedade da Informação (2006) e responsável da
cadeira de Economia do Audiovisual no Curso de
Cinema da Universidade Moderna



                                                  Conceito de Sociedade em Rede


A sociedade em que vivemos atualmente surge após a Sociedade Industrial e a passagem de um modelo económico capitalista para um modelo económico neoliberal. É caracterizada por contínuos avanços científicos (nas áreas da bioengenharia, novos materiais e microelectrónica) e por uma tendência para a globalização económica e cultural (mercados financeiros laborando 24 horas por dia e de âmbito mundial, apogeu tecnológico e convergência digital de informação).
A revolução tecnológica à qual associamos igualmente o aparecimento da World Wilde Web (WWW), responsável em grande parte pelo que hoje chamamos de sociedade em rede, gera laços de interligação e interdependência nas mais diversas atividades humanas do mundo do trabalho á economia, passando pela politica e até pelos afetos.
Na opinião de Manuel Castells esta sociedade em vivemos “não é uma sociedade composta por cibernautas solitários e robôs em comunicação (…) nem sequer é a terra prometida das novas tecnologias que resolvem os problemas do mundo com a sua agia (…)”; “a sociedade em rede é uma estrutura social dominante do planeta, a que vai absorvendo a pouco e pouco as outras formas de ser e de existir. E as suas consequências, como no caso de outras sociedades que existiram historicamente, dependem do que as pessoas fazem, incluindo nós, nessa sociedade e com os instrumentos que essa sociedade oferece``
Segundo Castells, “não foi a tecnologia que determinou o nascimento e o desenvolvimento da sociedade em rede, mas sem este tipo de tecnologias aquela não teria existido”.




                                                             Ciberespaço


O ciberespaço é definido como um mundo virtual porque está presente em potência, é um espaço desterritorializante. Esse mundo não é palpável, mas existe de outra forma, outra realidade. O ciberespaço existe em um local indefinido, desconhecido, cheio de devires e possibilidades. Não podemos, sequer, afirmar que o ciberespaço está presente nos computadores, tampouco nas redes, afinal, onde fica o ciberespaço? Para onde vai todo esse “mundo” quando desligamos os nossos computadores? É esse caráter fluido do ciberespaço que o torna virtual.
Se o ciberespaço está em crescente expansão, e se esse crescimento afeta todas as camadas da sociedade e áreas do conhecimento, se já usufruímos (e cada dia mais) das facilidades propiciadas por esse novo espaço de "disponibilização" de informações, é necessário tornar comum o que tudo isso significa, procurando entender, primeiramente, o que é o ciberespaço e quais suas características.
Para Deleuze e Guattari (1997a, p.163) cabe à Filosofia criar os conceitos e não à ciência, pois a diferença entre as duas reside no "... pressuposto respectivo do conceito e da função: aqui um plano de imanência [ou consistência], lá um plano de referência [ou coordenação]." Já a Arte consiste em situar-se no plano da composição. Portanto, a Filosofia cria os conceitos, independentemente do seu plano de referência ou de uma figura. A imanência dos mesmos permite o sobrevôo nos acontecimentos, um devir uma vez que "O conceito é o contorno, a configuração, a constelação de um acontecimento por vir. "Os conceitos, neste sentido, pertencem de pleno direito à filosofia, porque é ela que os cria, e não cessa de criá-los." (p. 46).
por Silvana Drumond Monteiro
http://www.dgz.org.br/jun07/Art_03.htm


                                                                       Cibercultura

Para definir Cibercultura, segundo Lévy, temos de identificar o meio da sua criação, na qual ela emerge e se transforma, o ciberespaço.

A cibercultura produzida neste espaço, não possuem nem centro nem linhas diretrizes. É vazio, sem conteúdo particular, mas que aceita todos ao mesmo tempo, pois a cada novo nó da rede de redes em expansão constante pode tornar-se produtor ou emissor de novas informações.

Lévy, denomina a universalidade do acontecimento, desprovido de significado central, num sistema da desordem, com transparência labiríntica, mas com falta de totalidade, a essência paradoxal da cibercultura.

Cibercultura é possível existir, porque denota-se um desenvolvimento do sistema digital universal como também, da progressão de todos os elementos do ciberespaço, devido também à integração, à interconexão, ao estabelecimento de sistemas cada vez mais interdependentes, universais e transparentes.

Para Levy, a cibercultura que emana do ciberespaço, surge a partir da desconexão de operadores sociais (máquinas abstractas), a universalidade e a totalização. Estes dois conceitos surgiram acoplados aquando da invenção da escrita, pois a escrita não determina automaticamente o universal, também a condiciona.











                                                            Imigrantes digitais 


Imigrante Digital. É como somos chamados aqueles que não cresceram na época digital.

Não só não cresceram,mas também não nasceram na época digital.Somos imigrantes,nós os mais velhos.Mesmo que fiquemos craques nos computadores,celulares e tantas outras engenhocas,seremos sempre imigrantes e de vez em quando,soltamos uma frase ou falamos alguma coisa que imediatamente nos denuncia como imigrante.

Renato Chagas


Segundo Marc Prensky os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

PATRICIA GOMES
DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/saber/983798-leia-entrevista-do-autor-da-expressao-imigrantes-digitais.shtml


                                                                  Nativos digitais


Segundo Marc Prensky Os Nativos digital é aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 ­--como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como um aliado.

Nativos digitais são a garotada que já nasceu “respirando” tecnologia. Para eles o uso do computador, internet, smartphones, tocadores de música digital e etc. é muito natural.

PATRICIAGOMES
DE SÃO PAULO