
Sociedade do conhecimento
Sociedade do Conhecimento é baseada no uso
compartilhado de recursos, na construção coletiva de conhecimento, na interação
livre de restrições de espaço e tempo e, na valorização do direito à
informação, às tecnologias de informação e comunicação e à educação, como um
bem comum.
Amaral, R. (Org.). Sociedade do conhecimento:
novas tecnologias, risco e liderança. Lages: Ed. Uniplac, 2006, http://www.egov.ufsc.br
Sociedade
da Informação
O conceito de sociedade da informação surge da necessidade de
explicar e simultaneamente justificar o conjunto de fenómenos sociais a que
temos vindo a assistir desde meados do século e de forma mais relevante desde a
década de 80. Na base destes fenómenos estão as tecnologias da informação (TI)
resultantes da convergência entre a informática e as telecomunicações..
Sociedade em rede
A sociedade em rede se caracteriza pela
globalização das atividades econômicas decisivas e sua organização em redes;
pela flexibilidade e instabilidade do trabalho bem como por sua
individualização; pela chamada cultura da “virtualidade real”; e pela
transformação das bases materiais da vida: o espaço e o tempo mediante a constituição
de um espaço de fluxos e de um tempo atemporal (Castells, 1999).
Cibe cultura
Cibercultura
é possível existir, porque denota-se um desenvolvimento do sistema digital universal
como também, da progressão de todos os elementos do ciberespaço, devido também
à integração, à interconexão, ao estabelecimento de sistemas cada vez mais
interdependentes, universais e transparentes.
Ciberespaço
O ciberespaço é definido como um mundo virtual porque está
presente em potência, é um espaço desterritorializante. Esse mundo não é
palpável, mas existe de outra forma, outra realidade. O ciberespaço existe em
um local indefinido, desconhecido, cheio de devires e possibilidades. Não
podemos, sequer, afirmar que o ciberespaço está presente nos computadores,
tampouco nas redes, afinal, onde fica o ciberespaço? Para onde vai todo esse
“mundo” quando desligamos os nossos computadores? É esse caráter fluido do
ciberespaço que o torna virtual.
Imigrantes
digitais
No mundo de hoje
encontramos tanto os “nativos digitais” como os seus parentes mais ‘idosos’, os
“imigrantes digitais”. Os primeiros são aqueles que já nasceram em um mundo
completamente envolvido pelo avanço tecnológico. Para esses, é impensável um
mundo de pesquisa realizado quase que exclusivamente por meio de bibliotecas,
onde inúmeros livros estão catalogados e à disposição de quem os queira
consulta.
www.colegiosantamaria.com.br/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=48
Nativos
digitais:
O conceito nativo digital foi criado pelo americano Marc
Prensky, especialista em tecnologia e educação, e designa todo àquele que
nasceu na década de 1990, depois da existência da web. São os jovens que
aproveitam todos os aparatos tecnológicos disponíveis no cotidiano para
facilitar a vida. Segundo Prensky, esses jovens desafiam os professores a
criarem novas pedagogias.
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