sábado, 16 de março de 2013

Definições por Elis Rebecca Carvalho



 Sociedade do conhecimento

Autor: Manoel Flávio Leal

 “As atividades que ocupam o lugar central das organizações não são mais aquelas que visam produzir ou distribuir objetos, mas aquelas que produzem e distribuem informação e conhecimento”.
Peter Drucker 1.

O conhecimento tornou-se um dos principais fatores de superação de desigualdades, de agregação de valor, criação de emprego qualificado e de propagação do bem-estar.

Na Sociedade do Conhecimento, as mudanças e as inovações tecnológicas ocorrem em um ritmo tão acelerado que, além dos fatores tradicionais de produção, como capital, terra e trabalho, é fundamental identificar e gerir de forma inteligente o conhecimento das pessoas nas organizações. Esta nova era pressupõe uma imensa oportunidade de disseminar democraticamente as informações, utilizá-las para gerar conhecimento que leve em direção a uma sociedade mais justa. Sendo assim, pressupõe-se que é necessário dar continuidade nos estudos e ao mesmo tempo repassar o aprendido para a sociedade.


Sociedade da informação

A Sociedade da Informação é o conceito utilizado para definir um novo modo de desenvolvimento social e econômico, no qual a informação tem um papel essencial na competitividade de empresas e países, bem como nas mudanças da produção de bens materiais e informacionais, recursos e na oferta de serviços. Informação criticamente compreendida gera conhecimento. É um novo nome para Sociedade Pós-Industrial.




Sociedade em rede

Jésus Beltran Llera


Para entender o que é a sociedade em rede, a sociedade da informação, convém ter claro o que era a sociedade anterior, a sociedade industrial. Enquanto nesta última a ação do homem sobre o meio é direta, se dá em espaços delimitados e em concordância temporal e física, na sociedade da informação rompem-se as barreiras espaço-temporais e é possível atuar à sua margem.

A sociedade em rede se caracteriza pela globalização das atividades econômicas decisivas e sua organização em redes; pela flexibilidade e instabilidade do trabalho bem como por sua individualização; pela chamada cultura da “virtualidade real”; e pela transformação das bases materiais da vida: o espaço e o tempo mediante a constituição de um espaço de fluxos e de um tempo atemporal (Castells, 1999).



Cibercultura

LÉVY, Pierre. Cibercultura (trad. Carlos Irineu da Costa).  São Paulo: Editora 34, 1999, 264p

O desenvolvimento das tecnologias digitais e a profusão das redes interativas, quer queira ou não, colocam a humanidade diante de um caminho sem volta: já não somos como antes. As práticas, atitudes, modos de pensamento e valores estão, cada vez mais, sendo condicionados pelo novo espaço de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores: o ciberespaço.                 Cibercultura? Mas, o que é isso? “Não é a cultura dos fanáticos da Internet, é uma transformação profunda da noção mesma de cultura.


Ciberespaço
Publicado em 06 de agosto de 2009 em Tecnologia
As origens da palavra "ciberespaço" já trazem consigo uma idéia do seu significado. Empregado frequentemente nas discussões sobre novas tecnologias, o termo tem sido cada vez mais utilizado na mídia. Muito embora nos interesse aqui o ciberespaço proporcionado pela Internet, a abrangência dessa expressão e do seu significado vai muito além dessa nova mídia, pois, , envolve toda infraestrutura das redes telemáticas, bem como as informações e até os seres humanos. O próprio termo surge antes mesmo do advento da Internet propriamente dita.
Esse termo foi criado em 1984 pelo escritor norte-americano Wiliam Gibson no seu livro de ficção científica Neuromance e depois empregado em larga escala pelos criadores e usuários das redes digitais.
 http://www.webartigos.com/artigos/o-que-e-ciberespaco/22537/http://www.uff.br/mestcii/angele2.htm

Imigrantes digitais


Imigrantes digitais são aqueles que falam a linguagem digital com sotaque, e que revelam dificuldades em compreender e expressar-se digitalmente. Tal como os imigrantes que trabalham em Portugal, também os imigrantes digitais dificilmente conseguem falar sem sotaque. Esta curiosa abordagem de Prensky chama a atenção para uma nova realidade: das fronteiras geográficas que dividem os países e as pessoas, passamos para as fronteiras digitais. Assim, na sociedade da informação e do conhecimento, é a fronteira digital que separa os nativos dos imigrantes. A grande diferença, no mundo digital, é que quem dita as regras do jogo são os imigrantes digitais e não os nativos como acontecia no passado.

Em termos de educação, esta mudança faz toda a diferença. Antes, a educação era pensada e gerida pelos nativos para os nativos. Hoje, a educação é pensada e gerida pelos imigrantes digitais para os nativos digitais. Pode parecer provocador colocar a questão nestes termos, mas se atendermos a que a maioria dos políticos e dos directores das empresas fazem parte dos imigrantes digitais, facilmente percebemos a complexidade da situação. Neste contexto, cresce o número de especialistas que expressa a sua preocupação pelo facto do futuro da educação estar a ser pensado e gerido por imigrantes digitais. Será que estes conseguirão construir uma educação que satisfaça as necessidades e expectativas dos nativos digitais? Provavelmente não.



Nativos digitais

Marc Prensky



 Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias

digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 --como câmeras de vídeo,

telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é

velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando,

por isso não têm medo dela, a veem como um aliado. Já os imigrantes digitais são os

que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se

adaptar.



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