Sociedade do conhecimento
Autor:
Manoel Flávio Leal
“As
atividades que ocupam o lugar central das organizações não são mais aquelas que
visam produzir ou distribuir objetos, mas aquelas que produzem e distribuem
informação e conhecimento”.
Peter Drucker 1.
Peter Drucker 1.
O
conhecimento tornou-se um dos principais fatores de superação de desigualdades,
de agregação de valor, criação de emprego qualificado e de propagação do
bem-estar.
Na Sociedade do Conhecimento, as mudanças e as inovações tecnológicas ocorrem em um ritmo tão acelerado que, além dos fatores tradicionais de produção, como capital, terra e trabalho, é fundamental identificar e gerir de forma inteligente o conhecimento das pessoas nas organizações. Esta nova era pressupõe uma imensa oportunidade de disseminar democraticamente as informações, utilizá-las para gerar conhecimento que leve em direção a uma sociedade mais justa. Sendo assim, pressupõe-se que é necessário dar continuidade nos estudos e ao mesmo tempo repassar o aprendido para a sociedade.
Na Sociedade do Conhecimento, as mudanças e as inovações tecnológicas ocorrem em um ritmo tão acelerado que, além dos fatores tradicionais de produção, como capital, terra e trabalho, é fundamental identificar e gerir de forma inteligente o conhecimento das pessoas nas organizações. Esta nova era pressupõe uma imensa oportunidade de disseminar democraticamente as informações, utilizá-las para gerar conhecimento que leve em direção a uma sociedade mais justa. Sendo assim, pressupõe-se que é necessário dar continuidade nos estudos e ao mesmo tempo repassar o aprendido para a sociedade.
Sociedade da informação
A
Sociedade da Informação é o conceito utilizado para definir um novo modo de
desenvolvimento social e econômico, no qual a informação tem um papel essencial
na competitividade de empresas e países, bem como nas mudanças da produção de
bens materiais e informacionais, recursos e na oferta de serviços. Informação
criticamente compreendida gera conhecimento. É um novo nome para Sociedade
Pós-Industrial.
Por Luciano Sathler RSS http://canaltech.com.br/coluna/educacao/Educacao-na-Sociedade-da-Informacao/
Sociedade em rede
Jésus
Beltran Llera
Para entender o que é a sociedade em rede, a sociedade da informação, convém ter claro o que era a sociedade anterior, a sociedade industrial. Enquanto nesta última a ação do homem sobre o meio é direta, se dá em espaços delimitados e em concordância temporal e física, na sociedade da informação rompem-se as barreiras espaço-temporais e é possível atuar à sua margem.
A sociedade em rede se caracteriza pela globalização das atividades econômicas decisivas e sua organização em redes; pela flexibilidade e instabilidade do trabalho bem como por sua individualização; pela chamada cultura da “virtualidade real”; e pela transformação das bases materiais da vida: o espaço e o tempo mediante a constituição de um espaço de fluxos e de um tempo atemporal (Castells, 1999).
Link: http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=664
Cibercultura
LÉVY, Pierre. Cibercultura (trad. Carlos
Irineu da Costa). São Paulo: Editora 34,
1999, 264p
O
desenvolvimento das tecnologias digitais e a profusão das redes interativas,
quer queira ou não, colocam a humanidade diante de um caminho sem volta: já não
somos como antes. As práticas, atitudes, modos de pensamento e valores estão,
cada vez mais, sendo condicionados pelo novo espaço de comunicação que surge da
interconexão mundial dos computadores: o ciberespaço. Cibercultura? Mas, o que é isso? “Não é a cultura dos
fanáticos da Internet, é uma transformação profunda da noção mesma de cultura.
Ciberespaço
Publicado em 06 de
agosto de 2009 em TecnologiaAs origens da palavra "ciberespaço" já trazem consigo uma idéia do seu significado. Empregado frequentemente nas discussões sobre novas tecnologias, o termo tem sido cada vez mais utilizado na mídia. Muito embora nos interesse aqui o ciberespaço proporcionado pela Internet, a abrangência dessa expressão e do seu significado vai muito além dessa nova mídia, pois, , envolve toda infraestrutura das redes telemáticas, bem como as informações e até os seres humanos. O próprio termo surge antes mesmo do advento da Internet propriamente dita.
Esse termo foi criado em 1984 pelo escritor norte-americano Wiliam Gibson no seu livro de ficção científica Neuromance e depois empregado em larga escala pelos criadores e usuários das redes digitais.
http://www.webartigos.com/artigos/o-que-e-ciberespaco/22537/http://www.uff.br/mestcii/angele2.htm
Imigrantes digitais
Imigrantes digitais são aqueles que falam a linguagem
digital com sotaque, e que revelam dificuldades em compreender e expressar-se
digitalmente. Tal como os imigrantes que trabalham em Portugal, também os
imigrantes digitais dificilmente conseguem falar sem sotaque. Esta curiosa
abordagem de Prensky chama a atenção para uma nova realidade: das fronteiras
geográficas que dividem os países e as pessoas, passamos para as fronteiras
digitais. Assim, na sociedade da informação e do conhecimento, é a fronteira
digital que separa os nativos dos imigrantes. A grande diferença, no mundo
digital, é que quem dita as regras do jogo são os imigrantes digitais e não os
nativos como acontecia no passado.
Em termos de educação, esta mudança faz toda a diferença.
Antes, a educação era pensada e gerida pelos nativos para os nativos. Hoje, a
educação é pensada e gerida pelos imigrantes digitais para os nativos digitais.
Pode parecer provocador colocar a questão nestes termos, mas se atendermos a
que a maioria dos políticos e dos directores das empresas fazem parte dos
imigrantes digitais, facilmente percebemos a complexidade da situação. Neste
contexto, cresce o número de especialistas que expressa a sua preocupação pelo
facto do futuro da educação estar a ser pensado e gerido por imigrantes
digitais. Será que estes conseguirão construir uma educação que satisfaça as
necessidades e expectativas dos nativos digitais? Provavelmente não.
Nativos digitais
Marc Prensky
Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias
digitais.
Para eles, a tecnologia analógica do século 20 --como câmeras de vídeo,
telefones
com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é
velha.
Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando,
por
isso não têm medo dela, a veem como um aliado. Já os imigrantes digitais são os
que
chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se
adaptar.

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